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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos

Ficha de Citações - Fichamento 9

CÉLULAS-TRONCO EM ODONTOLOGIA

Ana Prates Soares, Luégya Amorim Henriques Knop, Alan Araujo de Jesus , Telma Martins de Araújo

R Dental Press Ortodon Ortop Facial Maringá, v. 12, n. 1, p. 33-40, jan./fev. 2007

“A perda dentária e dos tecidos periodontais pode resultar em movimento dos dentes remanescentes, dificuldade na mastigação, fonação, desequilíbrio na musculatura e comprometimento da estética dentária e do sorriso, comprometendo a auto-estima” (p.33)

“Apesar desta condição ser uma anormalidade comum e não ameaçar a vida do paciente, esforços têm sido dirigidos para o desenvolvimento de mecanismos para a utilização de células-tronco na reposição de tecidos bucais.” (p.33)

“Para a bioengenharia é essencial uma tríade composta por células-tronco ou progenitoras, uma matriz que funcione como arcabouço e proteínas sinalizadoras, denominadas fatores de crescimento” (p.33)

“Existem duas categorias de células-tronco: as células-tronco embrionárias pluripotentes e a linhagem de células unipotentes ou multipotentes, denominadas células-tronco adultas, que residem em tecidos diferenciados” (p.34)

“A viabilidade do uso de células-tronco adultas na regeneração e reconstrução de tecidos tem suscitado grande interesse na comunidade científica, dado o aumento de leis em diversos países que proíbem o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas.” (p.34)

“A .principal fonte de células-tronco adultas é a medula óssea. Estas células têm a capacidade de se diferenciarem em células dos tecidos ósseo, adiposo, cartilaginoso e muscular, o que demonstra sua alta plasticidade.” (p.34)

“Inúmeros estudos têm isolado células altamente proliferativas, derivadas da polpa dentária. Constatou-se que tais células são.multipotentes e possuem a capacidade de autorenovação e de diferenciação em diversos tipos celulares.” (p.34)

“Existem evidências de que células-tronco de dentes decíduos são similares àquelas encontradas no cordão umbilical.” (p.35)

“Pesquisas demonstraram que células-tronco da polpa requerem um meio indutor apropriado e um arcabouço composto por hidroxiapatita/tricálciofosfato para induzir a formação de osso, cemento e dentina in vivo” (p.35)

“São necessá .rios mais estudos sobre marcadores específicos que possam identificar nichos de células-tronco presentes na polpa dentária in situ e sobre como se dá o desenvolvimento desses nichos” (p.35)

“É possível que as células-tronco da polpa humana e do ligamento periodontal estejam associadas com a microvasculatura.” (p.35)

“Pesquisadores cultivaram células-tronco da medula óssea e da polpa humana, provenientes de terceiros molares impactados, e analisaram a expressão genética dessas células, através do método cDNA Microarray” (p.36)

“Para a formação de tecido dentário têm sido utilizadas as matrizes PGA (ácido poliglicólico, sigla do inglês polyglycolic acid) e PLGA (ácido poli coglicolídeo copolímero, sigla do inglês policoglycolide copolymer), ambas apresentando similaridade no suporte de crescimento de tecidos dentários altamente organizados” (p.36)

“Também pode ser usado um sistema de matriz com a configuração tri-dimensional, a partir do colágeno tipo I, para o cultivo de células-tronco em experimentos, visando sua diferenciação em odontoblastos.” (p.36)

“Neste estudo objetivou-se avaliar a resposta de células-tronco provenientes do primeiro arco branquial de ratos ao estímulo por TGF- β1 e DNCP através da expressão de proteínas características de odontoblastos.” (p.36)

“Fibroblastos isolados a partir da polpa dentária foram cultivados em matriz composta por fibras de ácido poliglicólico e, após 60 dias, exibiram celularidade similar à encontrada na polpa humana normal, indicando que esta matriz apresenta boas propriedades para a bioengenharia.” (p.36)

“Alguns autores demonstraram ainda que a regeneração da polpa induzida por hidróxido de cálcio é mediada pela sinalização Notch célula-célula. Os resultados foram consistentes para afirmar que esta sinalização controla o destino de células tronco provenientes da polpa, durante a regeneração da mesma.” (p.36)

“As BMPs também são expressas no epitélio estrelado do órgão do esmalte durante a fase de capuz e estão associadas com a diferenciação dos ameloblastos e odontoblastos. O hormônio de crescimento pode induzir a expressão dessas BMPs durante a formação dentária” (p.37)

“Tais sinalizadores ainda determinam o número e a posição das cúspides dos dentes.” (p.37)

“Os membros da família FGF agem em diferentes momentos da odontogênese, desde o início do desenvolvimento dentário até a formação da última Cúspide.” (p.37)

“Sabe-se que os fatores de necrose tumoral (TNF) são cruciais na formação das cúspides dos Molares.” (p.37)

“A regeneração de um órgão dentário não é simples, pois seu desenvolvimento é determinado por interações complexas e inúmeros fatores de crescimento e, ainda, a diferenciação celular está ligada a mudanças morfológicas no decorrer da formação do germe dentário.” (p.37)

“Inúmeros esforços têm sido direcionados para a regeneração periodontal. Laino et al. demonstraram a presença de células tronco-adultas no ligamento periodontal, com propriedade clonogênica e alta taxa proliferativa.” (p.38)

“Em defeitos criados cirurgicamente na área periodontal dos molares inferiores dos ratos, as células se integraram ao ligamento periodontal em duas das seis amostras e, ocasionalmente, uniram a superfície do osso alveolar ao dente” (p.38)

“O objetivo da Odontologia conservadora é restaurar ou regenerar os tecidos dentários para manter a vitalidade, a função e a estética do dente.” (p.38)

“A matriz extracelular fosfoglicoprotéica não-colagênica (MEPE, sigla do inglês matrix extracellular phosphoglycoprotein) foi identificada recentemente no tecido dentário, tendo o peptídeo Dentonina derivado de sua seqüência gênica.” (p.38)

“Observou-se um aumento na taxa de proliferação dessas células, sendo possível o uso deste peptídeo na regeneração da polpa em resposta a injúrias como traumas e cáries” (p.38)

“Pesquisadores observaram que células dentárias no estágio de botão, obtidas de ratos recém-nascidos, cultivadas in vitro durante 6 dias e transplantadas para dorsos de ratos imunocomprometidos, apresentaram resultados ótimos na formação de coroas dentárias maduras, com características muito semelhantes aos dentes formados naturalmente.” (p.39)
“Sendo identificada pelos autores uma possibilidade de transplantação de primórdios dentários e seu subseqüente desenvolvimento em humanos. Tal possibilidade leva a discussões sobre a ética na experimentação com embriões em desenvolvimento.” (p.39)

“É possível que, num futuro próximo, se utilize da bioengenharia na terapia endodôntica e periodontal, apesar de, atualmente, a ciência se encontrar distante de desenvolver órgãos dentários completos a partir de células-tronco, devido aos complexos da formação dentária.” (p.39)

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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos

Ficha de Citações - Fichamento 8

ASPECTOS GENÉTICOS E IMUNOLÓGICOS DA PERIODONTITE AGRESSIVA
Genetic and immunological features of aggressive periodontitis

Miguel Angel MUÑOZ
Rafael BAGGIO
João Paulo STEFFENS
Fábio André SANTOS
Gibson Luiz PILATTI

“A periodontite agressiva (PA) é uma doença de destruição rápida do periodonto de sustentação que acomete pacientes sistemicamente saudáveis e tende a ter agregação familiar.” (p.91)

“As evidências de uma função diminuída na migração e da função antibacteriana dos leucócitos polimorfonucleares em pacientes com PA aumentando a susceptibilidade à doença, bem como sua tendência de agregação familiar, levaram a investigações de fundo genético e imunológico.” (p.91)

“Alguns polimorfismos têm sido relacionados com a intensidade da reposta do hospedeiro ao biofilme dental.” (p.91)

“A interleucina (IL)-1 é uma citocina pró-inflamatória que tem relação com a severidade da doença periodontal, a destruição óssea e de tecido conjuntivo” (p.91)

“A agregação familiar é uma ocorrência comum na PA. A explicação para essa agregação seria a transmissão de polimorfismos genéticos que alteram a susceptibilidade do hospedeiro à doença, exacerbando a resposta inflamatória. O polimorfismo IL-6 (-174GG e -1480CC) aumenta a susceptibilidade à doença e pode ser transmitido verticalmente” (p.91)

“Os padrões de transmissão dos genótipos variam de acordo com as diferentes populações, podendo esta ser autossômica dominante, autossômica recessiva ou dominante ligada ao X.” (p.92)

“O biofilme dental é indiscutivelmente o agente etiológico primário da PA.” (p.92) O fato de diferentes citocinas serem relacionadas ou não com a doença suporta a ideia de que a susceptibilidade varia entre raças, regiões e países, impossibilitando uma conclusão universalmente aceita sobre o papel de um determinado genótipo na susceptibilidade à doença. As evidências indicam que polimorfismos dos genes IL-1 estão associados à PA, porém o genótipo muda de acordo com a raça” (p.92)

“Isso significa que uma informação universalmente aceita sobre qual genótipo mais se relaciona com a PA deve ser compreendida à luz da população estudada. É por esse motivo que uma recente revisão sistemática que investigou a associação potencial entre polimorfismos genéticos de IL-1 e PA não encontrou nenhuma ligação entre as duas entidades” (P.93)

“Recentemente, demonstrou-se que a transmissibilidade da PA envolve alguns poucos loci, cada um com relativamente poucos efeitos.” (P.93)

“Isso é importante para que, no futuro, haja testes de susceptibilidade genética ou predisposição ao desenvolvimento da doença, intensificando o controle em pacientes predispostos.” (P.93)

“Diferentes teorias têm sido propostas para explicar a maior susceptibilidade de alguns indivíduos à doença, e os estudos genéticos e imunológicos têm assumido papel de grande importância nesse campo” (P.93)


Fonte: http://revodonto.bvsalud.org/pdf/rsbo/v7n1/a13v7n1.pdf

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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos

Ficha de Citações - Fichamento 7

USO DE SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS POR PACIENTES COM SÍNDROME DE DOWN
Utilization of oral health care for Down syndrome patients

Rev Saúde Pública 2008;42(4):693-9

Ana Cristina Oliveira, Dina Czeresnia, Saul Martins Paiva, Mônica Rodrigues Campos, Efigênia Ferreira Ferreira


“A síndrome de Down ou Trissomia do 21 representa a anomalia cromossômica mais comum da espécie humana.”(p.694)

“A saúde bucal representa um aspecto importante para a inclusão social de pessoas com deficiência.” (p.694)

“Do ponto de vista estético, características como mau hálito, dentes mal posicionados, traumatismos, sangramento gengival, hábito de ficar com a boca aberta e ato de babar podem mobilizar sentimentos de compaixão, repulsa e/ou preconceito, acentuando atitudes de rejeição social.” (p.694)

“A saúde bucal ainda é vista com baixa prioridade quando comparada aos cuidados médicos dedicados indivíduo acometido pela síndrome.” (p.694)

“A integralidade representa um atributo importante a ser considerado na avaliação da qualidade do cuidado e dos serviços e sistemas de saúde.” (p.694)

“No Brasil, a integralidade surgiu quando passou a fazer parte das propostas da reforma sanitária, no início dos anos 80 e incluída em programas de saúde, até ser incorporada como uma das diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).” (p.694)

“A integralidade é um valor a ser defendido em todas as práticas de saúde, e não apenas naquelas pertencentes ao SUS.” (p.695)

“No que diz respeito à odontologia, a integralidade pode ser dividida em quatro dimensões. A primeira considera a integralidade das pessoas. A segunda trata do atendimento integral. A terceira refere-se à integração dos serviços de saúde. A quarta dimensão é a intersetorialidade, vista como um pilar fundamental da integralidade.” (p.695)

“Tendo como perspectiva a prática da integralidade do atendimento, o presente estudo teve por objetivo analisar os fatores relacionados à atenção odontológica recebida por crianças e adolescentes com síndrome de Down.” (p.695)

“Tendo como perspectiva a prática da integralidade do atendimento, o presente estudo teve por objetivo analisar os fatores relacionados à atenção odontológica recebida por crianças e adolescentes com síndrome de Down.” (p.695)

“Um questionário estruturado foi aplicado às mães para investigar a atenção odontológica ao sindrômico, com a pergunta: “Seu filho já foi ao dentista?”” (p.695)

“O exame clínico bucal foi realizado por uma das autoras (ACO) auxiliada por uma anotadora. O exame foi realizado sob luz artificial, com o auxílio de espelho clínico bucal e sonda periodontal IPC” (p.695)

“O diagnóstico de cárie dentária foi baseado nos critérios clínicos estabelecidos pela OMS ao se identificar a ausência ou presença de pelo menos uma lesão de cárie dentária.” (p.695)

“A higiene bucal foi avaliada por meio do Índice de Higiene Oral Simplificado (IHOS).” (p.695)

“Quando identificada como “satisfatória” ou “regular”, a higiene bucal foi considerada “suficiente” e quando diagnosticada como “deficiente” e “muito ruim” foi classificada como “não suficiente”.” (p.695)

“Dentre as convidadas para o estudo, quatro mães não concordaram em participar. As justificativas fornecidas por elas foram: falta de tempo, desinteresse e recusa total da criança para ser examinada”(p.695)

“Das crianças estudadas, 79,5% tinham ido ao menos uma vez ao dentista (IC 90% [72,3-87,8]), 79% pertenciam à classificação menos favorecida.”(p.696)

“A idade das crianças/adolescentes manteve-se associada à atenção odontológica após ajuste pelas variáveis do modelo, indicando que os sindrômicos na entre 12 e 18 anos possuem cerca de 13 vezes mais chance de já terem recebido algum atendimento odontológico (OR=13,1 [2,0; 86,9]).” (p.696)

“A indisponibilidade de um banco de dados nacional, estadual ou municipal caracterizando a população acometida pela síndrome de Down dificulta a obtenção de uma amostra representativa de crianças e adolescentes com a síndrome.” (p.696)

“Semelhantemente aos achados de outros estudos, o presente estudo mostrou que a maior parte das crianças e adolescentes já tinha sido submetida a alguma avaliação odontológica em determinado momento de suas vidas.” (p.696)

“A análise bivariada identificou que as variáveis “idade”, “hábito de bruxismo”, “história prévia de cirurgia”, “orientação profissional para que a mãe levasse o fi lho com síndrome de Down ao dentista” e “presença de lesão de cárie dentária” foram associadas estatisticamente ao fato da criança ou adolescente já ter sido submetido a alguma consulta odontológica.” (p.697)

“Mesmo não havendo cirurgiões-dentistas em seu quadro de atendimento, o hospital divulga para os pais ou responsáveis esses serviços públicos de assistência odontológica especializada.” (p.698)

“Para alguns autores, acometimentos presentes na cavidade bucal de pessoas com síndrome de Down podem comprometer sua rotina de vida, provocando problemas de saúde, alterações comportamentais e dificuldade de interação social.” (p.698)

“Ao exercer uma prática de trabalho atenta a identificar as necessidades de saúde apresentadas pelo usuário, o profissional passa a exercer um atendimento integral, evitando uma visão reducionista e fragmentária do paciente.” (p.698)

“As crianças e adolescentes com síndrome de Down são pacientes comuns dos consultórios médicos, daí a importância desses profissionais estarem sempre atentos ao cuidado integral do paciente, fornecendo todas as informações necessárias ao cuidador.” (p.698)

“De acordo com Ceccim & Feuerwerker (2004), o atendimento do profissional de saúde não deve ser restrito à assistência curativa: o cuidador precisa dimensionar os fatores de risco à saúde e, por conseguinte, executar ações preventivas.” (p.698)

“Em estudo longitudinal de sete anos na Suécia Agholme et al (1999) constataram o desenvolvimento e agravamento da doença periodontal com adolescentes trissômicos.” (p.698)

“Vários problemas dentários associados à síndrome de Down podem ser eliminados ou minimizados em pacientes assistidos pelo dentista ainda na fase de dentição decídua” (p.698)

“O profissional voltado para o atendimento integral precisa compreender o contexto de vida do indivíduo que busca cuidado” (p.698)

“A partir da abordagem integral, o profissional mostra ampla compreensão das necessidades da criança, englobando as ações de assistência e de prevenção de sofrimentos futuros.” (p.698)

“A integralidade vem sendo incorporada à consciência crítica dos profissionais de saúde. Não basta, no entanto, que esses profissionais possuam um olhar atento e capaz de apreender as necessidades do usuário se a população não tem condições de acesso a um sistema com cuidados integrais” (p.698-699)

“o fato desses pacientes já terem ido ao dentista não significa, necessariamente, que tenham recebido atenção odontológica integral e contínua.” (p.699)

“Em conclusão, a atenção odontológica recebida pelas crianças e adolescentes com síndrome de Down foi influenciada, além da idade, pela postura dos profissionais que as assistem, mostrando a importância desses cuidadores atuarem com uma prática de atendimento integral.” (p.699)

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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos

Ficha de Citações - Fichamento 6



ANÁLISE DE DNA EM ODONTOLOGIA FORENSE
Analysis of DNA in Forensic Dentistry

Grasiele de Sousa Vieira
Carlos Alberto Pereira Tavares
Fernanda Capurucho Horta Bouchardet

Arqu bras odontol 2010;6(2):64-70

“Há mais de uma década a tecnologia do DNA foi utilizada pela primeira vez como método de identificação humana no campo forense.”(p.64)

“Existem análises do DNA utilizadas para identificação humana odontolegal através da saliva e polpa dentária.” (p.64)

“Existem análises do DNA utilizadas para identificação humana na odontologia legal através da saliva e polpa dentária. Para que estas análises sejam feitas de forma correta e devidamente validadas, é inquestionável a utilização tanto dos conhecimentos científicos quanto dos conhecimentos tecnológicos” (p.64)

“neste estudo, são caracterizados protocolos de coleta, preservação, extração, quantificação e amplificação do DNA; pois os cirurgiões – dentistas, quando na qualidade de peritos, devem se familiarizar com os conhecimentos tecnológicos para a análise de DNA.”(p.64)

“Os ácidos nucléicos foram descobertos em 1869 por Friedrich Miescher e no início do século XX o bioquímico Kossel evidenciou a existência de dois tipos de ácidos nucléicos: o ácidodesoxirribonucléico (DNA) e o ácidoribonucléico (RNA).”(p.65)

“O DNA pode ser extraído de amostras de sangue, esfregaços bucais, saliva, osso, dente, tecidos, órgãos, fios de cabelo, sêmen, urina, entre outros materiais biológicos.”(p.65)

“A análise do DNA mitocondrial para fins forenses fica reservada para tecidos antigos como ossos, cabelos, dentes e em grandes desastres (incêndios, explosões, queda de aviões) nos quais o DNA nuclear já não oferece mais condições de análise” (p.65)

“Por outro lado, o interesse nos estudos forenses pelo DNA mitocondrial se deve
principalmente ao fato deste apresentar resistência à digestão enzimática.”(p.65)

“Praticamente todo mtDNA de um indivíduo apresenta a mesma seqüência, devido o seu caráter monoclonal, porém uma condição chamada de heteroplastia pode existir”(p.65)

“O DNA mitocondrial é passado exclusivamente da mãe para filhos e filhas, permitindo traçar a linhagem materna de uma pessoa.”(.p.65)

“A importância da Odontologia Legal para a identificação humana, principalmente em casos nos quais pouco resta para se proceder a essa identificação (incêndios, explosões, corpos em decomposição ou esqueletizados), levou os odontolegistas, a se familiarizarem com as novas tecnologias da biologia molecular.”(p.66)

“Como exemplo deve ser citado o trabalho que apresentou a abordagem multidisciplinar para se identificar um corpo, o DNA extraído da polpa dental, ossos e tecidos musculares foram comparados ao perfil genético das supostas filhas e esposa da vítima. A paternidade foi verificada pela análise de 11 locus.” (p.66-67)

“O tecido dental é reconhecido como uma fonte rica de DNA para uso em casos de identificação humana.” (p.67)

“Os dentes têm uma importância fundamental na identificação humana por possuir extraordinária resistência a putrefação e aos efeitos externo, mais que qualquer outro tecido humano, preservando assim a identidade genética individual.” (p.67)

“A polpa dentaria protegida por este arcabouço pode ser recuperada para extração do DNA com o uso de limas endodonticas.” (p.67)

“Por outro lado, a saliva é muito usada como fonte de DNA, devido ao fato de ser coletada sem dor e de maneira não invasiva.”(p.67)

“O DNA salivar se mantém estável podendo ser recuperado até 48-60 horas após a salivação sobre a pele cadavérica; logicamente esse tempo dependerá das condições ambientais e da manipulação que tenha sido sofrido.” (p.67)

“O sucesso na análise do DNA está diretamente relacionado ao tipo de amostra colhida e de como foram preservadas.” (p.68)

 “Freqüentemente os odontolegistas utilizam elementos comparativos anteriores á morte como, por exemplo, o prontuário odontológico, radiografias dos dentes e seios da face, para realizar a identificação.” (p.68)

“Para que estas análises sejam feitas de forma correta e devidamente validadas, o perito deve seguir protocolos de coleta, preservação, extração, quantificação e amplificação do DNA.” (p.68)

“No entanto, nem sempre será possível a realização do exame de DNA, devido ao fato das amostras biológicas poderem estar contaminadas, degradadas ou em quantidades tão pequenas que não possibilitem seu estudo.” (p.68)

“O ideal é sempre a abordagem multidisciplinar.” (p.69)

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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos

Ficha de Citações - Fichamento Nº 5

CÂNCER BUCAL – A PRÁTICA E A
REALIDADE CLÍNICA DOS CIRURGIÕESDENTISTAS DE SANTA CATARINA
Oral cancer - the real and practices the dentistry of Santa Catarina

Ana Claudia Baladelli Silva Cimardi
Ana Paula Soares Fernandes
RFO, v. 14, n. 2, p. 99-104, maio/agosto 2009

“O câncer bucal é uma doença genética, complexa e multifatorial. É potencialmente fatal e continua a ter uma incidência global elevada” (P.99)

“Estudos demonstram que a manifestação inicial da doença raramente é diagnosticada e que de 60% a 80% das lesões têm sua identificação em estágio avançado, reduzindo,assim, a sobrevida do paciente para 18%”(P.99)

“A prevenção e o diagnóstico oportuno são as medidas mais eficazes de que se dispõe para melhorar o prognóstico do câncer. O diagnóstico precoce das neoplasias malignas bucais não deveria apresentar grandes dificuldades, uma vez que os grupos de maior risco são bem conhecidos e a região é de fácil acesso ao exame clínico, dispensando qualquer tipo de equipamento especial.” (P.99)

“Cada vez mais se torna necessário o engajamento do profissional da odontologia na orientação sistemática dos pacientes sobre as formas de prevenir e detectar rapidamente sinais de câncer bucal. Entretanto, ainda hoje  ocorrem situações de desconhecimento profissional sobre as formas corretas de atuar nesses campos, o que repercute nos dados
nacionais e internacionais que revelam uma alta incidência de casos de câncer de boca diagnosticados em fases avançadas e um baixíssimo índice de medidas preventivas por parte da população.”(P.100)

“Este é um estudo transversal, caracterizado por uma abordagem quantitativa, utilizando questionário estruturado, com o qual se pesquisaram a prática e a conduta clínica dos profissionais da odontologia sobre o câncer bucal.”(P.100)

“Os critérios de inclusão para os profissionais participantes do estudo foram: ser cirurgião-dentista devidamente inscrito no CROSC; estar trabalhando no estado de Santa Catarina; ser voluntário; possuir qualquer tempo de formação; ser ou não especialista. Os critérios de exclusão foram: não ser voluntário e não ter respondido completamente ao questionário por recusa ou esquecimento.”(P.100)

“O questionário para profissionais era composto de três blocos de questões: as
questões abordavam a realização de exames pelo profissional em busca de lesões suspeitas de câncer de boca como rotina e qual era o encaminhamento dado ao encontrar lesões suspeitas de câncer de boca” (P.100)

“Com base nos questionários recebidos foi montado um banco de dados com todas as informações. Realizou-se uma análise exploratória dos dados por meio dos programas estatísticos” (P.100)
“Os dados apresentados permitem as seguintes reflexões: a aparente falta de interesse da classe odontológica pelo assunto tratado nesta pesquisa, o câncer de boca, ou, até mesmo, a falta de conhecimento dos profissionais em relação à importância da sua colaboração em trabalhos científicos que resultem no fortalecimento da odontologia, principalmente no campo de políticas públicas geradas com base em estudos transversais. Quanto aos estudos em outros países, as taxas de resposta ficaram entre 50 e 55%” (p.101)

“Em relação à realização de exame para identificação de câncer bucal, 72,73% dos entrevistados responderam que o realizam e 27,27%, que não (Tab. 2), semelhante ao encontrado por outros autores. Esse fato revela uma grande discordância, uma vez que nos hospitais de referência para tratamento do câncer bucal o fluxo de pacientes em estádio inicial não é confirmado, principalmente quando se verificam a literatura e os registros hospitalares” (P.101)

“O fato que mais chama atenção no quesito “realização do exame bucal” é a falta de responsabilidade do profissional, que alega não julgar necessária a inspeção da cavidade bucal em busca de uma lesão suspeita, ou, mesmo, relata que não o sabe fazer (somam nestes dois itens 66,66% dos profissionais que responderam não realizar o exame), apesar de ser um exame ensinado na maioria dos cursos de graduação em odontologia já em suas primeiras fases de estudo clínico” (P.102)

“Outra informação importante é que o encaminhamento para os Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) foi citado por somente 11,7%, apesar de estas unidades já se fazerem presentes em todas as regiões do estado, como parte de uma política de governo implantada em 2004” (P.102)

“A prática dos cirurgiões-dentistas em realizar o exame em busca de lesões suspeitas de câncer bucal foi relatada pela maioria da amostra (72%), mas, quando comparado este resultado com a experiência profissional, verifica-se que 47,5% dos profissionais relataram nunca terem realizado um diagnóstico de câncer bucal” (P.102)

“A realidade está distante da prática do profissional da odontologia, e os dados permitem concluir que se faz necessária a divulgação dos serviços de diagnóstico do câncer bucal para os profissionais de Santa Catarina.” (P.103)

Fonte: http://files.bvs.br/upload/S/1413-4012/2009/v14n2/a99-104.pdf

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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos

Ficha de Resumo – Fichamento 4

PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA GENGIVITE NA PRÁTICA DO TÉCNICO EM
SAÚDE BUCAL

PREVENTION AND TREATMENT OF GENGIVITIS P RACTICE OF ORAL HEALTH TECNICHIAN

SEIXAS, A .R. Prevenção e Tratamento da Gengivite na Prática do T écnico em Saúde Bucal. Revista
Gest ão & Saúde, C uritiba, v.1, n.2 , p. 37-41. 2010 .


O artigo tem como objetivo mostrar a Gengivite e como tratá-la, através de conscientização da população através de técnicos em saúde bucal (TSB).
A gengivite é uma doença que atinge um grande número de pessoas, tem um tratamento simples e não é muito grave, mas existem exceções que onde não há tratamento o caso pode se agravar.
Ela se manifesta através de sangramentos dos tecidos gengivais, onde há a presença do biofilme que se não tratado ou desorganizado causa a inflamação das gengivas.
A gengiva é composta pelo Peridonto, que é classificado em: peridonto de sustentação e de proteção. A gengiva saudável tem uma coloração rósea e possui consistência firme. Já uma gengiva com a inflamação, fica bem vermelha, pode sangrar facilmente e ocasiona inchaços que não provocam dores.
A gengivite é causada pela falta de higienização da boca onde existem bactérias que se grudam nos dentes através de uma película pegajosa que forma o biofilme dentário. O uso dos aparelhos fixos pode acumular restos de alimentos na boca, e com a falta da limpeza bucal pode ocasionar a gengivite.
A gengivite também pode ser mais susceptível em pessoas que possuam disfunções hormonais, exemplo disso: em adolescentes que estão com seu hormônios funcionando bem, em gestantes que sofrem alterações dos mesmos no período da gestação; presente também em pessoas que tem doenças e alterações sistêmicas como diabetes, alterações cardiovasculares e pulmonares, pessoas com o vírus HIV. Pessoas que fumam também tem grande chance de agravo da doença.
Estudos comprovam que a doença está predominante em pessoas de baixa renda e baixa escolaridade, que não possuem acesso a tratamentos odontológicos e aos cuidados bucais.
A genética também tem o seu papel na doença, podem-se ter indivíduos que cuidam da sua higiene e visitam o dentista e ainda assim possuam a predisposição para a gengivite.
O tratamento da gengivite pode ser feito por dois mecanismos: o tratamento mecânico e o tratamento químico. O mecânico é feito por dentistas e também, como se mostra no artigo, pelos técnicos em saúde bucal, onde é retirado o biofilme através de escovações e fio dental, conscientizando o paciente a cuidar da sua higiene bucal. O químico é adotado em pacientes que sejam impossibilitados de fazer o mecânico, e tem tido bons resultados.
Portanto, a gengivite é uma doença muito presente e que pode ser tratada de maneira fácil tanto pelo próprio paciente quanto pelo técnico de saúde bucal (TSB).

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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos

Ficha de Citações - Fichamento 3


UTILIZAÇÃO DE REGISTROS ODONTOLÓGICOS PARA IDENTIFICAÇÃO HUMANA

Use of dental records for human identification

Rhonan Ferreira da SILVA
Mauro Machado do PRADO
Ana Amélia BARBIERI
Eduardo DARUGE JÚNIOR

RSBO. Revista Sul-Brasileira de Odontologia, vol. 6, núm. 1, 2009, pp. 95-99

“A identificação humana de cadáveres carbonizados, putrefeitos ou esqueletizados, por meio das características odontológicas, constitui uma das diversas áreas de atuação do especialista em Odontologia Legal” (p.96)

“A primeira fase envolve a análise de todas as particularidades odontológicas presentes nos remanescentes dentários e demais estruturas do complexo bucomaxilofacial” (p.96)

“A segunda etapa está relacionada com as características e informações que constam na documentação odontológica” (p.96)

“Finaliza-se a técnica de identificação odonto legal pelo confronto (comparação) dos dados obtidos nas duas primeiras etapas” (p.96)

“Entretanto a obtenção de resultados satisfatórios depende diretamente da quantidade e da qualidade das informações contidas na documentação odontológica, especialmente as que devem ser registradas pelo profissional” (p.96)

“Em junho de 2005 um indivíduo adulto, do sexo masculino, inicialmente sem identificação, veio a óbito em decorrência de acidente de trânsito. O corpo foi então removido ao Instituto Médico-Legal da região para a sua identificação e realização dos exames necroscópicos de rotina.” (p.96)

“Após 30 dias, a vítima permanecia com identidade ignorada e o corpo não havia sido reclamado por nenhum familiar.” (p.96)

“Pelo fato de a vítima estar desaparecida por um período de tempo considerável, seus parentes efetuaram buscas em hospitais e em casas de amigos e familiares. Entretanto o resultado da procura culminou no reconhecimento da vítima com base em fotografias pós-morte que estavam arquivadas na denominada “seção do cadáver não reclamado” do Instituto Médico-Legal onde o corpo foi examinado” (p.96)

“Dessa maneira, tornou-se necessária a utilização de uma outra metodologia de identificação. Para tanto, buscaram-se com os supostos familiares informações.” (p.96)

“Os resultados dessa investigação revelaram a existência de uma ficha clínica odontológica.” (p.97)

“Diante dessa nova possibilidade de identificação, procedeu-se à exumação do cadáver cerca de um ano após a sua inumação, momento em que foram coletados para exame apenas o crânio e a mandíbula.” (p.97)

“Desse modo, foi possível a constatação das particularidades odontológicas nos arcos dentários superior e inferior do cadáver, conforme registrado em ficha clínica”
(p.97)

“A associação dos dados obtidos em decorrência da análise odontolegal aos demais exames periciais imaginológicos resultou na identificação positiva da vítima, evidenciando a importância dos registros odontológicos como subsídio à identificação humana.” (p.97)

“Além da possibilidade de acompanhamento clínico, a documentação pode subsidiar satisfatoriamente a resolução de questões legais, como nos casos de identificação humana, utilizando-se as informações registradas em fichas clínicas” (p.98)

“Atualmente há recomendação do CFO para que as fichas clínicas sejam substituídas por prontuários odontológicos, pela real necessidade de que as várias informações obtidas durante o tratamento odontológico possam ser adequadamente registradas.” (p.98)

“Por saber da importância clínica e legal do prontuário odontológico para resguardar o exercício da Odontologia, o CFO disponibiliza um modelo de prontuário a todos os interessados, devendo o cirurgião - dentista observar o seu conteúdo e adaptá-lo à sua rotina clínica.” (p.98)

“No caso em questão, a identificação positiva da vítima foi devidamente alcançada pelo fato de o profissional ter registrado no odontograma da ficha clínica” (p.98)

“Por outro lado, constatou-se que diversos campos da ficha clínica estavam incompletos, como a parte destinada aos dados de qualificação do paciente, que se apresentava limitada à anotação do nome completo” (p.98)

“Diante do exposto, considera-se imprescindível que a maior quantidade possível de informações detalhadas e relacionadas aos atendimentos clínicos seja registrada e adequadamente arquivada no prontuário odontológico.” (p.98)

“Desse modo, além de cumprir sua obrigação ética, o profissional que está atento ao registro adequado de dados obtidos em decorrência dos tratamentos odontológicos ainda contribui ou mesmo possibilita que determinadas questões legais sejam solucionadas.” (p.98)

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Molécula de DNA

Bom, ai está minha molécula de DNA, uma das tarefas da gincana de genética.



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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos


Ficha Resumo - Fichamento 2

Panorama nacional do uso da técnica de identificação
genética nos serviços oficiais de identificação e a
participação do cirurgião-dentista

Baraldi AM, Menezes LMB, Silva Júnior JP, Oliveira RN, RPG Ver Pós Grad 2008;15(4):261-65



O artigo tem como objetivo mostrar a participação do cirurgião-dentista na área de identificação humana post-mortem que é a área de estudo da Odontologia Legal que tem evoluído muito com o passar dos anos. Há uma pequena explicação sobre DNA e sobre como esse pode ser obtido, em uma mínima parte do genoma humano que difere de pessoa para pessoa. As análises de hoje em dia podem ter mais sucessos se associadas com técnicas antigas de identificação.
Um problema presente da área é a falta de recursos financeiros destinados a compra de novas aparelhagens e também para contratação de pessoas bem instruídas para sua utilização.
O estudo apresentado no artigo verificou a influência da técnica de identificação nos serviços brasileiros e verificar a diversidade dos profissionais e dos procedimentos aplicados.
Os dados para estudo foram coletados através da aplicação de questionários, tanto em forma de entrevista como por telefone ou por email, onde eram posto em questão quais os centros que utilizavam determinada técnica, os tipos de amostras coletadas, se haviam certificados de creditação, quantidades de exames realizados, quais os profissionais formadores da equipe e se existiam ao menos um cirurgião-dentista.
Todos os estados brasileiros foram contactados, 20 dos estados responderam ao questionário de modo que três estados não possuíam o serviço ou estavam em fase de implantação, ou tinham convênios entre polícia e faculdade federal ou com estados vizinhos. Alguns centros de pesquisas de alguns estados por motivos de não poderem se expressar sem aval de um superior não responderam. A presença do Odontolegista só foi conferida em 11 estados, entre eles: Amapá, Bahia(um profissional), Rio Grande do Norte, Pará, Goiás, Tocantins, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraíba (com dois profissionais), Minas Gerais(um profissional) e Paraná.
Em relação ao tipo de amostras coletadas nos diferentes estados brasileiros, dependem de muitos fatores, se há a conservação do corpo ou o tipo de crime. Ainda assim o sangue é o tipo mais comum entre os estados, não deixando de existir a presença da saliva que também pode estar presente na cena do crime e que em lugares onde o odontolegista não está presente fica a cargo do médico legista o procedimento a ser tomado.
Há situações em que o cirurgião-dentista pode auxiliar bem, devido a grande variabilidade das características dentárias, e da boa durabilidade das estruturas dentárias
As técnicas de identificação genética são importantes ferramentas que foram inseridas na prática forense onde é necessário a presença do odontolegista nessa equipe.

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Tarefa 3 da Gincana - Fichamentos

Ficha Resumo - Fichamento 1 

Prevalência de cárie pelo índice CPO-D em portadores de Síndrome de Down

MORAES, M.E.L. et al.  Dental caries prevalence in caries of Down’s
syndrome by the CPO-D index. PGRO - Pós-Grad Rev Odontol,
v.5, n.2, p. 64-73, maio/ago 2002.

O artigo tem como objetivo demonstrar o estudo sobre a cárie em pacientes portadores da Síndrome de Down baseando-se no índice CPO-D e ceo-d. Vale ressaltar que os pacientes analisados não possuíam atendimento odontológico e foi constatada baixa prevalência de cárie e dentes perdidos e obturados.
Logo na sua introdução é possível ler-se um breve resumo sobre a história e sobre o que é a síndrome de down, que também pode ser chamada de Trissomia do Cromossomo 21, Trissomia G ou Idiotia Mongólica. O artigo também informa que o conhecimento da síndrome é imprescindível ao cirurgião-dentista devido aos portadores apresentarem uma série de alterações mental craniofacial, dentária e de ordem geral. Também é demonstrado que os dentes dos portadores possuem mineralização completa, mas podem sofrer um atraso na erupção; alterações na sequência, principalmente nos decíduos. No texto fica claro que os autores são unânimes em afirmar baixa prevalência de cárie e uma elevada taxa de doenças periodontais.
Para o estudo do tema foram acompanhadas 38 pessoas com síndrome de down sendo 21 do sexo masculino e 17 do feminino e que foram divididas em faixa etárias diferentes sendo classificados em crianças, adolescentes e adultos
O procedimento para levantamento de dados coletados ocorreu durante visitas periódicas à escola, onde as crianças eram examinadas e todas as informações colhidas eram anotadas. Foi criada uma ficha clínica pela disciplina de Odontopediatria da faculdade responsável pelo trabalho, onde havia critérios para o diagnóstico da cárie na coroa dentária, os mesmos eram: Não erupcionado, Cariada, Restaurado, Extraído, Extração indicada, Hígido,
Como dito antes, os autores prevalecem com a opinião de que há um baixo numero de ocorrência de cárie e nos portadores da síndrome e associam isso ao retardo da erupção, composição salivar diferente, morfologia dentária, devido ao fato deles possuírem bruxismo e a variação da flora bacteriana associada à placa bacteriana.
Após recolhidos os dados, foram obtidos seguintes resultados: Em relação a dentes cariados notou-se uma pequena freqüência de acontecimentos, que podem até ser comparados com a porcentagem de incidência nas crianças normais da rede pública de ensino; em relação aos dentes obturados notou-se pouca ocorrência, tanto pelo fato de não possuírem nem cárie e nem atendimento odontológico frequentemente.
Portanto, a informação central do artigo seria de que os pacientes com síndrome possuem cárie com pouca freqüência.

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Pessoas que divulgaram o meu vídeo

Pessoas que divulgaram meu vídeo:

  • Daniela Fechine


http://bucalblog.blogspot.com/2011/05/divulgando-video-legendado-dos-colegas.html

  • Iasodara Moreira


http://emailladentineetlapulpe.blogspot.com/2011/05/tarefa-9-divulgando-as-tarefas-2-e-6.html

  • David Rodrigues


http://dentistryandhealth.blogspot.com/2011/06/divulgacao.html

  • Tony Feitosa


http://tonyfeitosaodonto.blogspot.com/2011/06/tarefa-9-gincana-de-genetica.html

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Divulgando mais vídeos de colegas



  • David Rodrigues

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  • Gil Neves 

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  • Caio Sávio 

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  •  Medeiros Alencar

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Painel de Divulgação do Blog

Meu painel de divulgação do blog:



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Divulgando vídeos de colegas

Divulgando alguns vídeos de colegas:



  • Iasodara Moreira



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  • Daniela Pereira Fechine



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  • Fernanda Gonçalves



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  •  Rayssa Mendonça


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  • Valdemir Silva



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  • Livia Karynne



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  • Ismael Luna



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  •  Lorem Krsna



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PS: Em breve mais vídeos

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Vídeo da Gincana de Genética - Do DNA até a Síntese de Proteinas

Este o meu vídeo com legendas para a gincana de genética, espero que gostem.

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Odonto 105.1 visita a APAE

Nesta segunda-feira, a turma de odontologia 105.1 da Leão Sampaio juntamente com o Prof. Dr. Francisco Santos fizeram uma visita a APAE.


Com intuito de conhecer a instituição e o seu trabalho, a visita teve como objetivo ver condições para possivelmente no futuro desenvolver algum projeto de extensão.
A visita também faz parta da gincana de genética.


A APAE, que no Juazeiro do Norte funciona já fazem 40 anos, é uma instituição filantrópica, que se mantém através de doações de empresas, convênios com governo, aluguéis de prédios própios e outros.


Lá são desenvolvidas muitas atividades para todos os portadores de deficiência, não importando a idade.


Possui uma clínica onde profissionais da saúde trabalham como voluntários, fazendo atendimentos necessários.




Tem oficinas de artes como: música, pintura, dança, teatro, esculturas que auxiliam no desenvolvimento dos alunos.





Tem também um escola especial com algumas salas, onde os alunos podem aprender com professores especializados.





A visita na APAE é uma experiência incrível, pois a partir dela podemos nos convencer de que apesar de todas as diferenças que podemos ter, ainda somos iguais, podendo fazer algo maravilhoso, como os alunos de lá fazem. Podemos também sentir a vontade de está lá trabalhando, ou melhor, ajudando a essas pessoas excepcionais a poderem ser pessoas mais felizes.
Experiência unica e marcante para qualquer pessoa que possa tê-la.


PS: Não era permitido tirar fotos, porém as fotos do site da APAE podiam ser publicadas.






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Odontopediatras estimulam crianças a doar dentes de leite para bancos humanos

Em tempos de histórias da carochinha revisitadas, a fada do dente não poderia ficar fora dessa tendência. Embora ela não seja tão velha, sua função foi repaginada. Desconhecida entre as gerações mais antigas, que costumavam jogar o dente de leite no telhado (eu), virou febre entre a garotada. Agora, esse ente imaginário foi convocado por odontopediatras para incentivar as crianças a doar os dentinhos para bancos de dentes humanos e para pesquisas científicas, como fontes de células-tronco. “O dente é um órgão e, a exemplo de outros, pode ser doado. Qualquer dentinho pode ser doado, independentemente do estado e do tempo”, defende José Carlos Pettrossi Imparato, coordenador do Banco de Dentes Humanos da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP).


Os bancos de dentes recebem qualquer dentinho, mesmo os que estão ressecados por estarem há muito tempo guardados. Já para a pesquisa de células-tronco, a doação deve ser feita no máximo 24 horas depois de arrancados. O movimento pela doação dos dentes de leite é reforçado no livro O troca-troca dos dentes, de Dóris Rocha Ruiz e Maria Inês Quintanilha. Com uma linguagem lúdica e ao mesmo tempo didática, elas explicam para as crianças a troca da dentição, um marco na vida de todos nós.

A obra conta a história da fada dos dentes Joaquina e seu ajudante, Porcoleta, que levam um dente de leite que amoleceu e caiu e o trocam por um lindo presente da natureza. Lá, no mundo encantado, as fadas cuidam do dente, depois voltam para a cidade e o entregam a um dentista muito especial, que o reutilizará em pesquisas.

É um momento alegre para os pais e parentes, que se encantam com as janelinhas, e também para a criança, que fica à espera das prendas. Quem não se lembra de quando perdeu o primeiro dente e a euforia ao decidir qual seria a destinação? Muita gente jogou o dente no telhado (eu mesmo joguei vários, uahuauha) ; outros tantos o colocaram embaixo do travesseiro na esperança de que a fada do dente o trocasse por uma moeda a quem mandou fazer colares ou guardou em caixas (também guardei, se brincar tenho até hoje, rs) como se fosse um tesouro. É o caso de Sofia de Castro, de 7 anos, que mantém os dentinhos em uma caixinha.





Convencer as crianças a doar os dentes de leite, na opinião de José Carlos, não é uma tarefa tão difícil. “Dizemos para as crianças que a fada do dente vai buscar os dentinhos e trazê-lo para o banco de dentes. A fada é uma parceira do banco, uma funcionária da faculdade de odontologia”, brinca o especialista. As autoras reforçam que a doação não tira em nada o encanto desse momento mágico para a criança.

Ao longo da história, elas explicam por que os dentes caem e também abordam os aspectos psicológicos envolvidos nesse momento. “Às vezes, o amigo já trocou e ele ainda não. Mostramos que cada criança tem o seu momento”, afirma Dóris. Em geral, os primeiros dentes caem por volta dos 6 anos. A troca segue até os 12 anos.

Por Maria Cruz, do Estado de MInas




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Marcador de Página - Gincana de Genética

Esse foi o modelo do meu marcador de texto, que foi entregue ao professor Flávio hoje.

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A fator responsável pela diferenciação no processo de especiação

Esse foi um exercício proposto pelo professor Flávio, onde iriamos identificar matérias relacionadas a genética e evolução em exemplares da revista Ciência Hoje.

Porque o desenvolvimento humano ocorreu com diferentes taxas nos diferentes continentes?


Evidências sugerem agora que de fato existem diferenças constitutivas entre habitantes dos hemisférios norte e sul e que estas podem ter resultado de adaptação seletiva.

As marcas distintas mais aparentes estão ao nível dos genomas da mitocôndrias onde existem o DNA Mitocondrial que além de converter a energia gerada em calor, importante em animais que controlam a temperatura corporal, também viabiliza a contração muscular e outros processos.

A geração de energia nas mitocôndrias dependem de proteínas que compoem, juntas, o chamado sistema de oxidação fosforilativa e parte das instruções para esse processo está contida no DNA Mitocondrial e este pode sofrer mutações e portanto também está sujeito a seleção natural.


Qual teria sido o fator mais importante da pressao seletiva?


Os genes que contêm instruções para a síntese das proteínas do sistema da oxidação fosforilativa são de fato diferentes em populaçoes situadas em latitudes distintas, consequentemente a produção de calor também é diferente.


As mitocôndrias seriam o motor da diferenciaçao no processo de especiação?


Parece que sim, essa é a hipótese de Moran Gershoni da Universidade de Ben-Gurion, eles mostram que a principal contribuição para eventos ligados à especiação pode vir do sistema genético das mitocôndrias. Portanto se em dado momento as mitocôndrias se modificam, pode-se prever que a formação de novas espécies virá mais adiante.

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